Ange Machado Muniz Vieira
Eutismo: corpo e masking em tinta e pixels
Resumo
Este trabalho, ainda em estágio parcial, busca contextualizar as diferentes formas de se viver o autismo. Através da visita a três diferentes eventos – um protagonizado por associações autistas, outro por mães de crianças autistas e um terceiro por profissionais que atendem a esse público. A partir da fenomenologia do corpo, apoiado em Merleau-Ponty e Jenny Slatman, busco introduzir o corpo autista nas conversas sobre autismo, problematizando a “cerebralização” dessa população. No futuro, a pesquisa deve se encaminhar para entrevistas com pessoas autistas, pessoas em processo de investigação e/ou diagnóstico e profissionais que realizam avaliações neuropsicológicas; o desenvolvimento gráfico e editorial do trabalho numa proposta antropológica; e uma discussão mais profunda sobre masking e o “autismo no corpo que se tem”.
